segunda-feira, abril 22, 2013


Passa(r)tempo

Quem nunca deixou um copo enchendo de água no bebedouro e correu na dispensa pegar uma bolacha? Não é pra qualquer um. Exige uma percepção absurda de tempo. Dividir seu tempo. Você escuta da dispensa o barulho da água enchendo o copo e percebe a hora de correr busca-lo e ‘’desvirar’’ o botão do bebedouro. Claro que a água já transbordou várias vezes. É normal dividir o tempo errado. Mas daí já foi, o que dá pra fazer é limpar toda a água que caiu no chão e tentar calcular seu tempo melhor da próxima vez. Não adianta chorar pela água derramada ou pela bolacha deixada, porque é claro também que a bolacha já teve que ser deixada. Não deu tempo! Você teve que sair correndo pra acudir o copo antes que a água transbordasse. E assim que se entendeu com o copo e com a água, voltou na dispensa pra pegar a bolacha. É o que deve ser feito! O problema é que algumas bolachas não sabem esperar, alias.. Quem é que gosta? É bem compreensível que ela não se sinta muito bem, às vezes. Por isso, ela também deve ter outras distrações e outros interesses. Alguém há de se interessar por uma bolacha recheada, além de você. Assim como você não deve se interessar só por um tipo de bolacha ou se interessar em só beber água. As preferidas sempre vão existir (PASSATEMPO \o/) mas, por mais tentador que isso possa parecer, não vale a pena achar que só existe passatempo no mundo. Isso nos deixa limitados. Nos faz perder novas experiências, novos sabores de bolachas, nos distancia de muita coisa boa. E se um dia a sua passatempo acabar, você vai ter outras bolachas na sua dispensa. É claro que isso só vale pra quem deu atenção e comprou essas outras bolachas. Tem dias que você tá afim de só beber água, nem vai à dispensa. Fica ali na frente do bebedouro esperando o copo encher , só aquilo te satisfaz naquela hora. Não tira os olhos dele, coloca toda a sua atenção. Como também, tem dias que você tá afim de só comer bolacha. Nem se lembra de beber água. Mais do que normal. Só não vale deixar de considerar um ou o outro. O melhor a se fazer é conciliar seu tempo. Ninguém pode viver só de água e nem só de bolacha. E também, não pode viver só de um tipo de bolacha. Arrumar tempo pras duas coisas é a melhor saída. Se um dia a água te faltar, você tem a bolacha. E se a bolacha acabar, você tem o copo com água. Tá aí a importância de conciliar as coisas. Infelizmente, às vezes é preciso perder algumas bolachas pra entender todo esse sistema. O que eu mais gosto é comer bolacha tomando água!

segunda-feira, fevereiro 18, 2013


As fases de um machucado...

O começo, logicamente, é o tombo! Seilá se você caiu de bicicleta, tropeçou ou simplesmente ‘’ caiu de maduro’’, o importante é que ralou, bateu, machucou. Na hora é aquela dor impossível, que te sufoca e que não deixa esperanças de que um dia o seu joelho ralado vai ficar bom de novo. Em alguns escorre sangue sem parar, em outros nem tanto (o que não significa que esteja doendo menos, é apenas um ‘’jeito organismo de reagir’’ diferente). Essa dor é atordoante, você não consegue nem pensar em conter o sangue (para os que sangram). Tudo o que dá pra fazer é ficar parado, reclamando da dor, se perguntando por que o seu joelho, justo o seu, tinha que ter sido esfolado. Tem também a fase em que você fica imaginando seu joelho (ou o seu lugar estropiado) sem aquele machucado. Você pode até ver a cena. Se assiste sem dor alguma e bastante feliz. Mas AI!, esse momento passa rápido, porque a dor te invade de volta. Existem milhares de remédios pra esses casos, pomadas então... Você vai tentando passar de tudo, é como se precisasse distrair o seu joelho daquela pancada. E sabe que dá certo? Vai vivendo e consegue até passar um dia sem se lembrar do seu super-ralado dolorido. Mas vamos ser sinceros: uma vez ao dia, pelo menos, o seu machucado é inesquecível. Na minha opinião, a noite é o pior período. As distrações se vão e a dor volta. As lembranças voltam. Sabe o que dá pra fazer? Dormir! Arrumar seu joelho em uma posição menos dolorida, imaginar coisas boas e pegar no sono. Os dias vão passando, querendo ou não, você vai se acostumando com a dorzinha. Vai achando maneiras de conviver com ela. E vem a tão esperada casquinha. Já dizem os mais espertos e mais velhos: NÃO CUTUQUE! Quem aguenta não cutucar uma casquinha? Poisé... Você cutuca e a dor volta mais forte. Lembra de coisas que você tava conseguindo esquecer. E ahh, pode até sangrar de novo. É uma RECAÍDA. Vamos lá, limpa o sangue, passa pomada e vai brincar! Vai se distrair de novo. A gente não deve se preocupar com as casquinhas. Afinal, elas são a prova de que os machucados estão sarando. Por mais difícil que seja, não devemos tira-las. Elas caem sozinhas e trazem uma pele nova e pronta pra outra. As cicatrizes e lembranças ficam pra sempre, mas a maior dor do machucado, você supera. Se ficar tirando a casquinha toda vez que ela se formar, pode demorar um pouco mais, mas uma hora sara. Não existe uma ralada insuperável, é a lei natural do corpo ou da vida...

segunda-feira, janeiro 21, 2013


Mar, doce Lar

Chegar à praia, depois de um longo período de cansaço e se jogar no mar com tudo, pode ser eleito como um dos maiores prazeres do ano ou da vida, quem sabe. Daí é daquele jeito: pra entrar rola aquele friozinho na barriga, um arrepiozinho na espinha com aquela água sempre meio gelada. Mas logo fica tudo bem, você acostuma. E tem gente que sempre alerta ‘’ Água até a cintura no máximo! Se jogar de cabeça lá pro fundão é muito perigoso. Quem avisa, amigo é’’, normalmente as mães. Uns obedecem sempre. Não se jogam de cabeça lá no fundo e costumam não se decepcionar. Em compensação, não presenciam o prazer de mergulhar e brincar nas mais enormes ondas. Os teimosos e viventes, se deliciam com a água até o pescoço. Ao avistar uma onda tremenda, alguns mergulham e esperam ela passar, e só então voltam à superfície, aliviados e sobreviventes. O grande problema é que nem sempre o mar é previsível. Basta uma piscadela ou uma viradinha de costas e pronto, uma onda te pega de surpresa. Você capota. Engole água salgada, rala os joelhos na areia, SOFRE. É um tempo de aflição! E as alternativas são: Lutar com o senhor imprevisível Mar, tentando fechar a boca pra não engolir tanta água salgada, tentando firmar os pés no chão o mais rápido possível pra ralar menos os joelhos, OU , se deixar levar pela onda e pronto. Vale lembrar que, a segunda alternativa pode ser perigosa já que existem ondas que podem nos consumir pela vida toda. Eu as batizo de ‘’Ondas insuperáveis’’. Por outro lado, nunca é tarde pra tentar pular uma onda por inteira. Quem sabe superar de vez? Entender que faz parte da coragem de estar no fundo, os joelhos ralados e o gosto desagradável de sal na boca, e que o importante mesmo é virar a maré, dar a volta por cima da onda, se levantar e conseguir finalmente respirar aliviado. Vai ver que você tornou uma ‘’Onda insuperável’’ totalmente superável. Facilita pensar que sempre vão existir outras ondas e outros mares. Algumas mais fracas, alguns mais mansos. São episódios da vida. Ops!... Episódios do Mar* . Ficar sempre no raso pode evitar decepções, mas estar no fundo pode te deixar mais valente e preparado. Cheguei a conclusão de que o melhor a fazer é buscar o equilíbrio entre o raso e o fundo do mar. Nem sempre fundo, nem sempre raso. O que não dá pra fazer é deixar de entrar no Mar, doce lar.

sexta-feira, dezembro 21, 2012


O palco de Kéfera Buchmann

Há mais ou menos quatro anos, a curitibana de 19 anos, fazia sua primeira aula de teatro. Sempre teve vontade de atuar e cantar, mas o mostro da timidez sempre a assombrou. Deixou sua vontade de fazer aulas de canto pra depois e seguiu o conselho da mãe, que jurava que ela ‘’ daria certo nesse negócio ‘’. AMÉM! Zeiva Buchmann, a mãe, estava absolutamente certa. Quando saiu de sua primeira aula de teatro, Kéfera entrou no carro sorrindo de orelha a orelha e desabafou, ‘’Mãe, é o que eu quero pro resto da minha vida. Achei minha paixão, achei o meu lugar’’. Depois de dois anos de teatro, por puro tédio, a atriz criou o seu famoso e super acessado canal no youtube: 5inco Minutos (http://www.youtube.com/user/5incominutos). ‘’ Já que a internet é uma janela, vai que eu acabe brincando aí de fazer uns videozinhos com os meus roteiros e dê em alguma coisa séria’’, conta. 5inco Minutos porque é o tempo máximo e suficiente pra falar sobre algum assunto, sem que se torne algo maçante. Seu público alvo são jovens de 12 a 20 anos, mas nada que impeça os mais velhos de prestigiarem o canal, ‘’ Já teve gente de 40 anos vindo assistir peça minha, falando que é meu fã ‘’.
Começou a produção dos vídeos de forma totalmente amadora, sem recursos. Ligava a câmera em seu quarto e mandava ver. Depois de meses trabalhando começou o retorno. Começou a ficar conhecida, conquistar fãs e receber salário. Atualmente, trabalha com a produtora de Gil Baroni e para os ‘’vlogs’’ ainda trabalha sozinha. Sobre seu crescimento teatral, nota uma grande diferença de quando começou os vídeos, há dois anos, para agora. ‘’É absurdo como eu amadureci e como eu mudei ’’. Conseguiu tirar seu DRT/ATESTADO DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL com a maior média geral do Sated do Paraná, um dos mais difíceis do Brasil, e agora atua como atriz profissional. Os três sonhos da guria são teatro, televisão e cinema. Reserva uma magia especial para o teatro, ‘’ O teatro é ali e agora. O retorno do publico é ao vivo. Se tá engraçado, eles vão rir. Se tá triste, vão chorar. Se tá ruim, você vai ver a plateia bocejando. Se tá bom, vai ver os olhos deles brilhando. É uma resposta imediata, diferente de quando eu posto um vídeo no youtube’’. Colhendo os frutos que o canal criou, foi convidada pra trabalhar na Jovem Pan de Curitiba, no programa de humor ‘’Boa da Pan’’ que rola de segunda a sexta à noite na rádio (103.9).
//Os lados do sucesso...// Kéfera conta que se assustou com a fama repentina. Não esperava ser admirada por tantas pessoas, ‘’ Eu saio de uma peça minha e tem um mar de gente pra falar comigo e tirar foto. A princípio você se assusta! Meu Deus, como essas pessoas que às vezes você nunca viu na vida, te conhecem, te idolatram e te amam? É gratificante’’. Já recebeu inúmeros e-mails, cartas e tweets de pessoas contando que tiveram suas vidas transformadas por causa dos vídeos. O crescimento dos admiradores só tem aumentado, ‘’ Por um lado é muito bom e por outro, você se assusta um pouco. Como têm pessoas boas, que gostam de mim e me querem bem, têm pessoas ruins também, né? Nunca se sabe o que elas querem fazer com você‘’. Já chegou a receber ameaças de sequestro por e-mail, que levam a um super receio. Por experiência própria de não ser correspondida por um ídolo, a jovem estrela é muito grata aos fãs e faz questão de atender a todos, por mais complicado que seja, ‘’Eu jamais na minha vida tratei alguém que veio falar comigo mal ou fui grossa. Já tive decepções. Eu era muito, muito, muito fã de uma pessoa, fui pro Projac e conheci. Ela foi uma babaca comigo, me tratou muito mal. Eu sei o quanto dói você ser fã, idolatrar, amar muito uma pessoa e a pessoa quando te vê, te trata mal ‘’. Sempre lembra que se não fossem os fãs, que almejam e idolatram, o artista não seria nada e jamais faria sucesso. As irmãs Julia (16) e Beatriz Tedesco (14) são um exemplo dessa paixão toda. As meninas mantêm um Fã Clube oficial da atriz, frequentam todas as peças e têm o sonho de serem próximas de Kéfera. Contam que a guria nunca as tratou mal, ‘’ Ela é sempre muito fofa e querida. Nunca foi ignorante nem grossa, até quando está sem tempo ela faz o máximo para nos atender’’. O amor de fã vai longe! As meninas se atualizam de informações sobre a vida de Kéfera o tempo todo, principalmente nas redes sócias. É assim que mantêm o Fã Clube. Declaram amor incondicional pela atriz e afirmam que a força de Kéfera traz inspiração.
Na foto, Ju e Bea (Como são mais conhecidas)beijam a ídola.
A família dá grande apoio aos sonhos da menina, principalmente sua mãe. Zeiva Buchmann entrou na onda do sucesso da filha. Apareceu em alguns vídeos e rapidamente ficou sendo adorada e muito querida pelos fãs. Além de melhor amiga de Kéfera, é também o mascote do canal 5inco Minutos, ‘’ Todo canal tem um cachorro de mascote, minha mãe é o meu! Ela é muito querida, muito amiga e parceira. Não é uma mãe severa e brava, aceita as coisas na boa’’. O pai afirma que já esperava algum tipo de sucesso da filha, ‘’ Já havia sinais de que ela iria fazer coisas diferentes. Ela imitava a avó quando pequena. Eu sabia que alguma coisa de diferente ia acontecer’’, conta Johnson. [ Abaixo na foto ]
No feriadão de Novembro, rolou uma peça no teatro Lala Schneider, que contou com Kéfera no elenco. ‘’ A casa das ilusões ou um espetáculo para não gostar’’, nos dias 16, 17 e 18 de Novembro, às 21h. O drama foi um exercício de imaginação, baseado na obra ‘O balcão’, de Jean Genet. O cenário é de um bordel de luxo, onde os clientes podem realizar suas fantasias mais obscuras representando as autoridades que dominam a sociedade. As cenas foram fortes e perturbadoras. Com a maquiagem carregada, Kéfera interpretou IRMA, a dona do prostibulo. As cadeiras do teatro sempre se esgotam quando a atriz faz parte do elenco, ‘’ Pra gente, colegas do teatro, ajuda e acrescenta muito, porque como ela tem bastantes fãs, as peçam sempre lotam ‘’, conta Lincon Eduardo, 18 anos, colega de elenco. Quem dirigiu a peça foi Cristóvão de Oliveira, 34. O diretor conta que tiveram até que antecipar horários de ensaios porque tinham pouco tempo e Kéfera, muitas vezes, tinha que se atrasar por conta das paradinhas para conversar e atender fãs que esperam no teatro. A fama e popularidade não interferem na hora da escolha dos papeis para as peças, ‘’ Independente da fama dela, a gente trabalhou sem distinção, por ela ser mais famosa. Dou o mesmo tratamento pra todos os alunos. A gente tem que lidar naturalmente com isso’’, afirma Cristóvão.
// #FicaDica // Á aqueles que querem seguir uma carreira que tenha exposição ao público: ‘’ Faça porque você gosta e se diverte e não porque quer ser conhecido e famoso. E esteja preparado. Vai ter gente se aproximando pra tentar aparecer e subir uma escadinha que é tua’’, indica Kéfera. Conta também, que já quebrou a cara com pessoas que confiava e gostava, e hoje se vê muito mais preparada pra lidar com esse tipo de acontecimento, apesar de todas as dificuldades que eles sempre trazem, ‘’ A gente confia nas pessoas uma vez, quando elas mostram que não são de verdade, a gente recua e começa tudo de novo. O coração tá ai pra ser quebrado.’’ No quesito AMIZADE, lembra sempre de tomar muito cuidado! ‘’Já me entreguei de alma e de coração pra uma amizade ou pra um relacionamento e as pessoas me traíram ou se mostraram diferentes do que pensei que fossem. Meus amigos de verdade são meus pais, só confio 100% neles’’. Destaca que os amigos e colegas fazem parte de nossas vidas, mas o cuidado deve fazer parte desse contexto. A próxima peça que leva Kéfera no elenco é uma comédia de João Luiz Fiani que vai rolar no dia do aniversário de 20 aninhos da estrela, 25 de Janeiro à meia noite, no Teatro Lala Schneider em Curitiba : ‘’ Quem tem medo da família Adams? ‘’.
E assim, segue Kéfera Buchmann...

quinta-feira, dezembro 13, 2012


Uma mão bem feita

Para uma mão bem feita, o primeiro passo é remover os restinhos de esmaltes de semanas ou meses anteriores, aqueles que já estão feios e sem brilho, que podem até te trazer lembranças ruins e não vão te deixar seguir em frente com uma nova unha impecável. É isso ai, limpar tudo. Às vezes é complicado, porque dá um dó de tirar e mudar de cor. Aquela cor era tão linda, você foi a tantos lugares com ela, recebeu tantos elogios por causa dela. É tipo uma saudade que dá, uma vontadezinha de ficar com ela por mais umas semanas ou quem sabe até por um ano todo, por mais que ela já esteja toda lascada, sem brilho e não muito bonita. Você pode ficar pintando da mesma cor por um tempo também né. Mas os retoques semanais são fundamentais. Afinal, as cutículas precisam ser tiradas, as unhas precisam ser lixadas. Por mais que você queira, não sei se é saudável ficar passando sempre a mesma cor, repetindo os mesmo erros, fingindo que não tá vendo que você tem que tomar coragem e mudar de cor logo ué, já que os retoques não estão mais surtindo efeito. Dai, depois de um tempo, depois da sua unha ter dado uma respirada e uma repensada daquela cor que não estava mais te fazendo tão bem e nem te fazendo ficar tão bonita, você pode passar ela de novo. Porém, mais consciente e de uma forma bem mais saudável pra saúde da sua unhazinha frágil. Mas vamos lá, não é sempre que passar toda vez a mesma cor, faz mal pra sua unha. Se os retoques semanais ou às vezes, até mensais, são bem feitos, não há problemas. Sua unha fica sempre bem cuidada e irradia brilho (se é que você gosta de brilho). Eu cito os retoques semanais, porque eles são realmente imprescindíveis. Se você não lixa e não corta sua unha nunca, ela quebra, ela incomoda, fica feia e torta. Tem meses que dá preguiça. Você nem liga pra unha, sem lixar e cortar, vive com elas tortas por um tempo, ignora os comentários de todos que dizem que ‘’ tá na hora de dar um jeito nisso, ein?’’ ou ‘’ Chega de viver com a unha desse jeito ou’’. Você passa por cima de tudo isso simplesmente porque a unha daquele jeito te traz alguma satisfação (VAI ENTENDER) e logo vê o resultado: uma unha bem esquisitinha, vai? Dai é simples, você vai lá, com toda a paciência do mundo e lixa unha por unha. Nas mais compridas, dá até uma cortadinha. Tira todas aquelas sujeirinhas debaixo de cada unha e pode até dar aquela pintadinha com a cor nova ou a de sempre. Dá UM trabalho, às vezes pode demorar horas, mas o importante é que fique tudo bem. E olha que nem sempre fica, nem sempre você consegue deixar sua unha do jeito que você queria que ela ficasse, mas paciência. Tirar as unhas é que não tem jeito. O mais importante é entender que, se suas unhas não estão saudáveis, você tem que fazer alguma coisa pra mudar isso. Não pode passar o resto da vida com elas assim. Sentir saudade de cores antigas, vontade de ficar com elas pela vida toda, preguiça de limpar, lixar e cortar as unhas, faz parte. Só não vale deixar as unhas ficarem quebrando e te machucando toda hora. É o grande segredo de uma mão bem feita!

sexta-feira, novembro 23, 2012


A vida de um carro...

Quem pensa que ser carro é fácil, tá bem enganado. O trânsito é inteiro feito de confiança. Confiar sem ter como confiar. Afinal, você não conhece os colegas carros que te acompanham pelas ruas, estradas ou avenidas. Vale arriscar! Arriscar que o carro do seu lado não vai virar em cima de você com tudo e te machucar. Arriscar que os pneus vão aguentar firmes e fortes, sem deslizar na pista, as tempestades que você enfrenta. Você confia, mesmo sem poder, que todos os outros carros vão dar seta pra virar, confia que eles vão parar em todos os ''pares preferenciais''. Sempre tem aquele carrão, aquele cobiçado por todos. Vermelho, que chega até brilhar. Poderoso, não tem como não ser visto. Chama mesmo a atenção. Com tanta beleza e formosura, você pode jurar que ele dá seta, para em todos os ''pares preferenciais'', respeita todas as normas do trânsito. É tão lindo e imponente, é óbvio que respeita. Mas de repente, aquele encanto todo, corta a frente de todos os outros carros (cinzas, brancos e até amarelos) de modo mal educado. Atravessa o sinal vermelho e vira a esquerda sem ao menos se preocupar com a esperada seta. É mesmo bem complicada essa história de confiar né? Enquanto isso, em qualquer outra avenida por aí, vem vindo um Uninho. Desses novos, sabe? Ele é cinza e tá surrado, tem algumas raladinhas na traseira e o espelho retrovisor do lado direito tá trincado. Pouco barbeiro, ein? Mas acho que não... O Uninho segue tão tranquilo, não esquece a seta de jeito nenhum, toma um cuidado excepcional para fazer qualquer ultrapassagem e procura não furar os semáforos (Seguem as exceções, é claro! De madrugada é perigoso por demais ficar parando em tudo quanto é sinal vermelho. Dá aquela olhadinha básica e segue em frente sem problemas). Porque será então que o Uninho é tão surrado e tem até o espelho retrovisor direito trincado? Acho que ele confiou demais. É, esperou que todos os outros carros agissem como ele. Normal... Se machucou um pouco e segue um tanto quanto diferente. Mais atento e menos inocente. Quem sabe agora possa até vir a fazer alguma ultrapassagem irregular. Agora, cá pra nós. O que dá mais medo são os caminhões. A maioria dos acidentes com esses gigantes do trânsito levam as maiores dores. São os mais enormes e os mais pesados, justamente esses que nos fazem reféns totais. Realmente não dá pra discutir com caminhão. Mas não vamos generalizar. Nesses anos de estrada, conheci bons caminhões que nunca causaram acidente algum. Usaram sua excelência para as imensas viagens e transportaram suas cargas de modo muito educado (Bons frutos...). Porém, é aquela história... Se um dia algum caminhão resolver te ferrar, se prepare! E agora eu provo, as aparências realmente podem enganar. De qualquer forma, o trânsito tem que seguir. Os semáforos têm que abrir e fechar, os Uninhos, as Ferraris e até os caminhões têm que passar. E a gente? segue com cuidado pra não exagerar com a buzina!

sábado, novembro 03, 2012


Bob Esponja como você nunca viu...

Para honrar o nome do blog, nada mais apropriado do que mostrar um outro lado do maior Calça Quadrada de todos os tempos! Em 2009 aconteceu a exposição '' Bob Esponja como você nunca viu '', em Paris. Para comemoração dos 10 anos de sucesso da esponja, ela trouxe versões de quadros clássicos com um ar amarelado ! Todos estrelados por Ele: Bob Esponja, Calça Quadrada.
Ainda hoje, passados 3 anos da exposição, as divertidas paródias ainda não perderam o glamour e fazem sucesso pela Fenda do Biquíni.
A fantástica MONALISA (1503), de Leonardo Da Vinci, não poderia ficar de fora. . . A obra é famosa por ter a técnica do Sfumato >> usada para gerar gradientes perfeitos na criação de luz e sombra de um desenho ou de uma pintura << em seu maior estilo. A monalisa, está no Museu do Louvre * http://www.louvre.fr/ *
Bob esponja, na TELA QUADRADA. . .
O GRITO (1893), do norueguês Edvard Munch. A série tem quatro pinturas conhecidas: Duas estão na posse do Museu Munch, em Oslo *http://www.munch.museum.no/* , outra na Galeria Nacional de Oslo *http://www.nasjonalmuseet.no/en/* e a última foi arrematada em um leilão este ano, como a pintura mais cara já arrematada, no valor de 119,9 M I L H Õ E S de dólares, por isso é de coleção particular #Chiquérrimo A obra compõe o Movimento Expressionista .
E quem estrelou dessa vez, foi o Lula Molusco.
HOMEM VITRUVIANO (1492), também de Leonardo Da Vinci. O complexo desenho, compunha um dos diários de Da Vinci. Expõe o traçado e as proporções do corpo humano através do raciocínio matemático. Era um MODELO IDEAL de ser humano, segundo as complexas idéias do cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e #UFA , músico... Atualmente, a obra faz parte da coleção da Galleria dell' Accademia (Galeria da Academia), que fica em Veneza, Itália. *http://www.gallerieaccademia.org/*
Esponja Milimétrica #HaHaHa
O NASCIMENTO DE VÊNUS (1484), de Sandro Botticelli. Representa a Deusa de Vênus emergindo do mar como uma mulher adulta, conforme a mitologia romana. Dizem por ai, que a obra foi feita sob encomenda de um banqueiro influente da época, que queria enfeitar sua casa... Está exposta na na Galleria degli Uffiziffizi, em Florença, na Itália. *http://www.polomuseale.firenze.it/musei/?m=uffizi*
Hmmmm... Peladinho!
A PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA (1931), de Salvador Dali. O pintor conta em sua autobiografia que levou duas horas pra pintar a maior parte da obra SURREALISTA. Está localizada no Museu de Arte Moderna (MoMA) *http://www.moma.org/*
Os relógios viraram hambúrgueres de Siri estragados...
AUTORRETRATO COM A ORELHA CORTADA(1889), de VICENT VAN GOGH. A história conta que na véspera de natal do ano de 1888, após uma discussão com o pintor francês Paul Gauguin, Van Gogh cortou um pedaço do lóbulo de sua orelha esquerda e, após se recuperar, pintou o autorretrato. Embrulhou a orelha num pedaço de papel e levou a uma prostituta,a qual mantinha relações, com um bilhetinho que dizia: '' Guarde com cuidado '' #Aloka . A obra está exposta no Instituto Courtauld de Arte, em Londres *http://www.courtauld.ac.uk/index.html*
Pra ele foi mais fácil... #Certeza
A exposição, além de divertida, apelou para um lado extremamente cult e educativo. Foram distribuídos livrinhos com todas as obras expostas + dicas para economia de água e luz + dicas para reciclagem + joguinhos educativos. As crianças adoraram, mas nada que os adultos também não puderam aproveitar e gostar tanto quanto #TipoEu (Se tivesse ido) . Ahhhhh, se eu tivesse ido!